Diocese do Funchal - Ano Pastoral 2018 / 2019 - "Ser Cristão, viver em Missão" Ano Missionário extraordinário: "Todos, tudo e sempre em Missão"

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Tweet do Papa Francisco (@Pontifex_pt)

Papa Francisco (@Pontifex_pt)
Se os bens materiais e o dinheiro tornam-se o centro da vida, eles apoderam-se de nós e nos escravizam.

Tweet do Papa Francisco (@Pontifex_pt)

Papa Francisco (@Pontifex_pt)
Somos todos pecadores. Mas Deus nos cura com uma abundância de graça, misericórdia e ternura.

Tweet do Papa Francisco (@Pontifex_pt)

Papa Francisco (@Pontifex_pt)
Queridos Seguidores, soube que já sois mais de 10 milhões! Agradeço-vos do fundo do coração e peço que continueis a rezar por mim.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Tweet do Papa Francisco (@Pontifex_pt)

Papa Francisco (@Pontifex_pt)
A nossa oração não pode ficar reduzida a uma hora, ao domingo; é importante encontrar diariamente o Senhor.

Tweet do Papa Francisco (@Pontifex_pt)

Papa Francisco (@Pontifex_pt)
Seguir a Jesus quer dizer dar-Lhe o primeiro lugar, despojando-nos das muitas coisas que sufocam o nosso coração.

Tweet do Papa Francisco (@Pontifex_pt)

Papa Francisco (@Pontifex_pt)
O crucifixo não nos fala de derrota, de fracasso; fala-nos de um Amor que vence o mal e o pecado.

Tweet do Papa Francisco (@Pontifex_pt)

Papa Francisco (@Pontifex_pt)
O crucifixo não nos fala de derrota, de fracasso; fala-nos de um Amor que vence o mal e o pecado.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Maria como imagem e modelo da Igreja - PAPA FRANCISCO - AUDIÊNCIA GERAL 23.10.13


Queridos irmãos e irmãs,
Continuando as catequeses sobre a Igreja, hoje gostaria de contemplar Maria como imagem e modelo da Igreja. E faço-o, retomando uma expressão do Concílio Vaticano II. Lê-se na Constituição Lumen gentium: «A Mãe de Deus é o modelo e a figura da Igreja, na ordem da fé, da caridade e da perfeita união com Cristo, como já ensinava santo Ambrósio» (n. 63). 1. Comecemos a partir do primeiro aspecto: Maria, como modelo de fé. Em que sentido Maria representa um modelo para a fé da Igreja? Pensemos em quem era a Virgem Maria: uma jovem judia que, com todo o seu coração, esperava a redenção do seu povo. Mas naquele coração de jovem filha de Israel havia um segredo, que Ela mesma ainda não conhecia: no desígnio de amor de Deus, estava destinada a tornar-se a Mãe do Redentor. Na Anunciação, o Mensageiro de Deus chama-lhe «cheia de graça», revelando-se este desígnio. Maria responde «sim» e, a partir daquele momento, a fé de Maria recebe uma luz nova: concentra-se em Jesus, o Filho de Deus que dela recebeu a carne e em quem se realizam as promessas de toda a história da salvação. A fé de Maria é o cumprimento da fé de Israel, pois nela está concentrado precisamente todo o caminho, toda a senda daquele povo que esperava a redenção, e neste sentido Ela é o modelo da fé da Igreja, que tem como fulcro Cristo, encarnação do amor infinito de Deus. Como viveu Maria esta fé? Viveu-a na simplicidade dos numerosos trabalhos e preocupações de cada mãe, como prover à comida, à roupa, aos afazeres de casa... Precisamente esta existência normal de Senhora foi o terreno onde se desenvolveram uma relação singular e um diálogo profundo entre Ela e Deus, entre Ela e o seu Filho. O «sim» de Maria, já perfeito desde o início, cresceu até à hora da Cruz. Ali a sua maternidade dilatou-se, abarcando cada um de nós, a nossa vida, para nos orientar rumo ao seu Filho. Maria viveu sempre imersa no mistério do Deus que se fez homem, como sua primeira e perfeita discípula, meditando tudo no seu coração, à luz do Espírito Santo, para compreender e pôr em prática toda a vontade de Deus. Podemos interrogar-nos: deixamo-nos iluminar pela fé de Maria, que é nossa Mãe? Ou então pensamos que Ela está distante, que é demasiado diversa de nós? Nos momentos de dificuldade, de provação, de obscuridade, olhamos para Ela como modelo de confiança em Deus que deseja, sempre e somente, o nosso bem? Pensemos nisto, talvez nos faça bem voltar a encontrar Maria como modelo e figura da Igreja nesta fé que Ela tinha! 2. Venhamos ao segundo aspecto: Maria, modelo de caridade. De que modo Maria é para a Igreja exemplo vivo de amor? Pensemos na sua disponibilidade em relação à sua prima Isabel. Visitando-a, a Virgem Maria não lhe levou apenas uma ajuda material — também isto — mas levou-lhe Jesus, que já vivia no seu ventre. Levar Jesus àquela casa significava levar o júbilo, a alegria completa. Isabel e Zacarias estavam felizes com a gravidez, que parecia impossível na sua idade, mas é a jovem Maria que lhes leva a alegria plena, aquela que vem de Jesus e do Espírito Santo e que se manifesta na caridade gratuita, na partilha, no ajudar-se, no compreender-se. Nossa Senhora quer trazer também a nós, a todos nós, a dádiva grandiosa que é Jesus; e com Ele traz-nos o seu amor, a sua paz e a sua alegria. Assim a Igreja é como Maria: a Igreja não é uma loja, nem uma agência humanitária; a Igreja não é uma ONG, mas é enviada a levar a todos Cristo e o seu Evangelho; ela não leva a si mesma — seja ela pequena, grande, forte, ou frágil, a Igreja leva Jesus e deve ser como Maria, quando foi visitar Isabel. O que lhe levava Maria? Jesus. A Igreja leva Jesus: este é o centro da Igreja, levar Jesus! Se, por hipótese, uma vez acontecesse que a Igreja não levasse Jesus, ela seria uma Igreja morta! A Igreja deve levar a caridade de Jesus, o amor de Jesus, a caridade de Jesus. Falamos de Maria, de Jesus. E nós? Nós que somos a Igreja? Qual é o amor que levamos aos outros? É o amor de Jesus que compartilha, perdoa e acompanha, ou então é um amor diluído, como se dilui o vinho que parece água? É um amor forte ou frágil, a ponto de seguir as simpatias, procurar a retribuição, um amor interesseiro? Outra pergunta: Jesus gosta do amor interesseiro? Não, não gosta, porque o amor deve ser gratuito, como o seu. Como são as relações nas nossas paróquias, nas nossas comunidades? Tratamo-nos como irmãos e irmãs? Ou julgamo-nos, falamos mal uns dos outros, cuidamos cada um dos próprios «interesses», ou prestamos atenção uns dos outros? São perguntas de caridade! 3. E, brevemente, um último aspecto: Maria, modelo de união com Cristo. A vida da Virgem Santa foi a existência de uma mulher do seu povo: Maria rezava, trabalhava, ia à sinagoga... Mas cada gesto era realizado sempre em união perfeita com Jesus. Esta união alcança o seu apogeu no Calvário: aqui Maria une-se ao Filho no martírio do coração e na oferenda da sua vida ao Pai, para a salvação da humanidade. Nossa Senhora fez seu o sofrimento do Filho, aceitando com Ele a vontade do Pai naquela obediência fecunda, que confere a vitória genuína sobre o mal e a morte. É muito bonita esta realidade que Maria nos ensina: estarmos sempre unidos a Jesus. Podemos perguntar: recordamo-nos de Jesus só quando algo não funciona e temos necessidades, ou a nossa relação é constante, uma amizade profunda, mesmo quanto se trata de o seguir pelo caminho da cruz? Peçamos ao Senhor que nos conceda a sua graça, a sua força, a fim de que na nossa vida e na existência de cada comunidade eclesial se reflicta o modelo de Maria, Mãe da Igreja. Assim seja!
Papa Francisco
Praça de São Pedro
Quarta-feira, 23 de Outubro de 2013


Santana - Paz à sua alma!

 
 
 
Faleceu João Chaves de Ornelas do sítio do Pinheiro freguesia de Santana. Funeral nesta quinta-feira 24 de Outubro com missa de corpo presente às 14h na igreja paroquial de Santana. Rezemos pelo seu eterno descanso. PN; AM; GP

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Santana - Paz à sua alma

 
 
Faleceu Maria Isabel de Abreu do sítio dos Lamaceiros, freguesia de Santana. Funeral nesta terça-feira 22 de Outubro com missa de corpo presente às 14h na igreja paroquial de Santana. Rezemos pelo seu eterno descanso. PN; AM; GP.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Santana - Paz à sua Alma!

 
 
Faleceu Manuel Agostinho de Gouveia Nunes do sítio do Caminho Chão, freguesia de Santana. Funeral nesta quarta-feira 16 de Outubro com missa de corpo presente às 14 horas na igreja paroquial de Santana. Tem Confraria de Santa Ana. Rezemos pelo seu eterno descanso! PN; AM; GP.

Santana - Paz à sua Alma!

 
 
Faleceu Alexandrina da Silva do sítio da Achada da Cruz, freguesia de Santana. Funeral nesta quarta-feira 16 de Outubro com missa de corpo presente às 14 horas na igreja paroquial de Santana. Rezemos pelo seu eterno descanso! PN; AM; GP.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Processo de beatificação da religiosa falecida na Madeira está na reta final - Vida da Irmã Mary Wilson foi exemplo de caridade junto dos mais necessitados

Vida da Irmã Mary Wilson foi exemplo de caridade junto dos mais necessitados

Processo de beatificação da religiosa falecida na Madeira está na reta final

Lisboa, 14 out 2013 (Ecclesia) – A irmã Ilda Tomás, superiora geral das Vitorianas, disse hoje que os avanços no processo de beatificação da fundadora da Congregação, Mary Jane Wilson, são o reconhecimento de uma “vida de caridade para com todos os necessitados”.
“A notícia recentemente publicada (sexta-feira, ndr) sobre a heroicidade das virtudes da irmã Mary Jane Wilson, era já muito esperada e sobretudo desejada, por isso trouxe grande satisfação a todos os seus devotos que acreditam seriamente na santidade desta mulher forte, que viveu toda voltada para Deus e toda dedicada aos necessitados de qualquer espécie”, refere a responsável, em declarações à Agência ECCLESIA.
O Papa Francisco aprovou a publicação do decreto que reconhece as ‘virtudes heroicas’ de Mary Jean Wilson (1840-1916), que faleceu na Madeira e ali fundou a Congregação das Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora das Vitórias.
A religiosa, filha de pais ingleses, nasceu na Índia, a 3 de outubro de 1840, e morreu em Câmara de Lobos, a 18 de outubro de 1916, após um percurso de vida que a fez converter-se do anglicanismo ao catolicismo, assumindo o nome de irmã Maria de São Francisco.
O reconhecimento das “virtudes heroicas” é uma fase do processo que leva à proclamação de um fiel católico como beato, e permite que, após a verificação de um milagre atribuído à intercessão da irmã Wilson, tenha lugar a sua beatificação, penúltima etapa para a declaração da santidade.
A religiosa recebeu o batismo em França, em 1874, e chegou à Madeira em maio de 1881, como enfermeira de uma doente inglesa.
Após ter-se fixado no Funchal, dedicou-se à catequese das crianças, aos doentes e à educação, tendo instituído diversas obras a favor dos pobres.
A superiora geral das Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora das Vitórias destaca que muitas das iniciativas iniciadas pela religiosa de origem britânica continuam vivas graças à Congregação que fundou a 15 de janeiro de 1884.
“Ao longo dos mais de trinta anos que viveu na Madeira, foi uma mulher admirada por muitos, amada pelos pobres, exaltada pelo povo, invejada por ambiciosos, rejeitada e expulsa pelos maçónicos, exilada, mas sempre desejada, e por fim retornada para começar tudo de novo, aos 71 anos, vivendo no escondimento”, destaca a irmã Ilda Tomás.
Em outubro de 1910, com a revolução republicana, a congregação foi extinta e a irmã Wilson, depois de presa, foi expulsa para a Inglaterra, acabando por regressar um ano depois à Madeira, onde faleceu, em 1916, no Convento de São Bernardino (Câmara de Lobos).
O processo de canonização teve início na Diocese do Funchal, em 1991.
“A sua passagem por este mundo deixou um rasto de humanidade e um fulgor de santidade que os anos críticos do pós-República não conseguiram apagar. A divulgação da sua vida e obra tem suscitado muitos devotos, tanto em Portugal como no estrangeiro”, refere a superiora geral das Vitorianas.
A responsável fala num “momento e de profunda alegria, de louvor e ação de graças a Deus por este reconhecimento” do Papa e, ao mesmo tempo, num “importante estímulo a conhecer cada vez melhor” a vida da irmã Wilson.
OC

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Papa abre caminho à beatificação da irmã Mary Jane Wilson, falecida no Funchal


O Papa Francisco aprovou hoje a publicação do decreto que reconhece as ‘virtudes heroicas’ da irmã Mary Jean Wilson (1840-1916), que faleceu na Madeira e ali fundou a Congregação das Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora das Vitórias.
 A religiosa, filha de pais ingleses, nasceu na Índia, a 3 de outubro de 1840, e morreu em Câmara de Lobos, a 18 de outubro de 1916, após um percurso de vida que a fez converter-se do anglicanismo ao catolicismo, assumindo o nome de irmã Maria de São Francisco. O reconhecimento das “virtudes heroicas” é uma fase do processo que leva à proclamação de um fiel católico como beato, e permite que, após a verificação de um milagre atribuído à intercessão da irmã Wilson, tenha lugar a sua beatificação, penúltima etapa para a declaração da santidade.
A religiosa recebeu o batismo em França, em 1874, e chegou à Madeira em maio de 1881, como enfermeira de uma doente inglesa. Após ter-se fixado no Funchal, dedicou-se à catequese das crianças, aos doentes e à educação, tendo instituído diversas obras a favor dos pobres. A 15 de Janeiro de 1884, com a primeira colaboradora, Amélia Amaro de Sá, fundou a Congregação das irmãs vitorianas. Em 1907, distinguiu-se pelo apoio às vítimas de uma epidemia de varíola na região sul da Madeira, o que lhe valeu a condecoração ‘Torre e Espada’, foi atribuída pelo rei D. Carlos.
Em outubro de 1910, com a revolução republicana, a congregação foi extinta e a irmã Wilson, depois de presa, foi expulsa para a Inglaterra, acabando por regressar um ano depois à Madeira, onde faleceu, em 1916, no Convento de São Bernardino (Câmara de Lobos). O processo de canonização teve início na Diocese do Funchal, em 1991.
in Ecclesia
11.10.13

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

PAPA FRANCISCO - AUDIÊNCIA GERAL 09.10.13 - Que significa dizer que a Igreja é "Católica"?

 
Queridos irmãos e irmãs,
Uma das notas características da Igreja é a catolicidade. Confessamos que é católica, primeiro porque a todos oferece a fé inteira. Nela está presente Jesus Cristo, que lhe dá a verdadeira confissão de fé, a plenitude da vida sacramental, a autenticidade do ministério ordenado. Na Igreja, como sucede numa família, encontramos tudo o que nos permite crescer, amadurecer e viver como cristãos. Em segundo lugar, a Igreja é católica, porque é enviada à totalidade do género humano e está presente em todo o lado mesmo na menor das paróquias, porque também ela é parte da Igreja universal, tem a plenitude dos dons de Cristo, vive em comunhão com o Bispo, com o Papa e está aberta a todos sem distinção. Por fim, a Igreja é católica, porque nela se conjugam numa grande riqueza unidade e diversidade; como numa orquestra, onde a variedade dos instrumentos não os contrapõe, assim na Igreja, há uma variedade que se deixa harmoniosamente fundir na unidade pelo Espírito Santo.
Papa Francisco
Praça de São Pedro
Quarta-feira, 09 de Outubro de 2013
 

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

PAPA FRANCISCO - AUDIÊNCIA GERAL 02.10.13 - "Não tenhamos medo de ser santos"


Queridos irmãos e irmãs,
Quando rezamos o Credo, professamos a fé na Igreja santa. Afirmar que a Igreja é santa significa, em primeiro lugar, que Ela procede de Deus que é santo e nunca a abandona; que Jesus Cristo, o Santo de Deus, está indissoluvelmente unido a Ela; e que o Espírito Santo a guia, purifica e renova. Por outro lado, é também verdade que a Igreja é feita de pecadores. Por isso, não se pode cair na tentação de imaginar uma Igreja feita somente de puros e perfeitos: a Igreja não rejeita os pecadores, mas acolhe a todos, oferecendo a cada um a possibilidade de percorrer o caminho da santidade, através do encontro com Cristo nos sacramentos, especialmente na Confissão e na Eucaristia. Na certeza de que na vida há uma só tristeza, a de não ser santos, somos convidados a não ter medo de buscar uma grande meta, deixando que Deus nos ame e nos purifique.
 
Papa Francisco
Praça de São Pedro
Quarta-feira, 02 de Outubro de 2013
 

Rezar cantando

Alguma música

O tempo em Santana