Diocese do Funchal - Ano Pastoral 2018 / 2019 - "Ser Cristão, viver em Missão" Ano Missionário extraordinário: "Todos, tudo e sempre em Missão"
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sábado, 25 de janeiro de 2014

Semana do Consagrado - 26 de Janeiro a 02 de Fevereiro 2014

1. O Consagrado é outro Cristo 
A maior riqueza da Igreja está na possibilidade que lhe foi confiada de fazer de cada pessoa outro Cristo por meio do Batismo. Esta é a transformação mais radical que o Sacramento opera e que pode ser assumida na vivência da fé eclesial. Os Consagrados são, na Igreja, aqueles que receberam a vocação de testemunhar com a totalidade da sua pessoa esta nova realidade, por meio de uma configuração perfeita com o Senhor Jesus Cristo, expressa na vivência dos conselhos evangélicos da pobreza, da castidade e da obediência. Assumem uma forma específica de viver, transformados por Cristo, caraterizada pela radicalidade do seu estilo de vida. Esse é o contributo que a Igreja lhes pede e de que o mundo precisa como auxílio para vislumbrar o rosto de Deus. Há uma parte da missão da Igreja que não pode ter a expressão adequada sem a ação destes homens e mulheres totalmente imbuídos de Cristo, transformados por Cristo, rosto de Cristo.

2. O Consagrado encarna a alegria do Evangelho
A vocação de consagração é fruto da descoberta do significado mais profundo da alegria do Evangelho. Não se baseia nas alegrias ou satisfações do mundo, mas fundamenta-se em Deus, no Evangelho de Jesus Cristo, que é anuncio de salvação para os pobres e pecadores, já sobre esta terra, mas sempre a apontar para a alegria definitiva da comunhão com Ele, no Céu. Face a tantas insatisfações produzidas pela busca insaciável de alegrias fugazes, o Consagrado tem uma experiência de vida diferente a apresentar: o de uma alegria serena, discreta, sóbria, pacificadora. Esse testemunho tem tanto mais valor e capacidade de persuasão quanto mais é autêntico, vivido e sentido, quanto mais radica na comunhão com Cristo e com o Seu Evangelho. Neste sentido, podemos dizer que o Consagrado assume a vocação de ser, na Igreja, o Evangelho vivo da alegria, que seduz, irradia, transforma e conduz à conversão.

3. O Consagrado proclama a alegria do Evangelho 
Como toda a vocação cristã, a vocação de consagração inclui sempre as duas dimensões: viver e anunciar, ser discípulo e missionário. No respeito pela especificidade de cada um dos carismas fundadores, há um dinamismo comum a todos, que precisa de ser potenciado de forma adequada nas presentes circunstâncias da vida da Igreja. Os consagrados têm a especial missão de ocupar lugar ativo na “Igreja em saída” (cf. Evangelii gaudium 20), convocada pelo Papa Francisco para fazer a Evangelização do mundo. Homens e mulheres esperam esses momentos de graça, que serão de encontro com o Deus da vida e da alegria, mediados pelos que assumiram deixar-se transformar pela novidade do Evangelho.

4. Gratidão da Igreja 
Em nome da Igreja em Portugal agradecemos a todos os consagrados que, entre nós, têm sido um esplendoroso sinal do Deus que acolhe e ama todos os seus filhos, com especial predileção pelos mais pobres. Pedimos ao Senhor que confirme todos os consagrados na sua vocação e que os transforme na alegria do Evangelho. Suplicamos ainda o dom das vocações de consagração nas nossas dioceses e na Igreja, pois acreditamos que têm um lugar privilegiado na construção do Povo que se deixa transformar por Cristo e pela alegria do seu Evangelho. À solicitude materna de Nossa Senhora, pobre, casta e obediente, confiamos os frutos da Semana do Consagrado 2014, para a qual pedimos a sua intercessão junto de Deus.  
+ Virgílio do Nascimento Antunes 
Presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Semana dos Seminários de 10-17 de Novembro 2013

“Do mesmo modo que recebestes Cristo Jesus, o Senhor, continuai a caminhar nele: enraizados e edificados nele, firmes na fé, tal como fostes instruídos, transbordando em acção de graças” (Cl 2, 6-7). A Semana dos Seminários constitui uma grande oportunidade para que todas as comunidades cristãs reavivem a consciência de que hão-de estar sempre abertas a acolher Cristo e a permitir que Ele se forme nelas. O caminho da descoberta da vocação sacerdotal passa sempre pela comunidade cristã que possibilita às crianças e aos jovens esse encontro marcante com Cristo, que chama, transforma e envia.

Oração pelos Seminários

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Processo de beatificação da religiosa falecida na Madeira está na reta final - Vida da Irmã Mary Wilson foi exemplo de caridade junto dos mais necessitados

Vida da Irmã Mary Wilson foi exemplo de caridade junto dos mais necessitados

Processo de beatificação da religiosa falecida na Madeira está na reta final

Lisboa, 14 out 2013 (Ecclesia) – A irmã Ilda Tomás, superiora geral das Vitorianas, disse hoje que os avanços no processo de beatificação da fundadora da Congregação, Mary Jane Wilson, são o reconhecimento de uma “vida de caridade para com todos os necessitados”.
“A notícia recentemente publicada (sexta-feira, ndr) sobre a heroicidade das virtudes da irmã Mary Jane Wilson, era já muito esperada e sobretudo desejada, por isso trouxe grande satisfação a todos os seus devotos que acreditam seriamente na santidade desta mulher forte, que viveu toda voltada para Deus e toda dedicada aos necessitados de qualquer espécie”, refere a responsável, em declarações à Agência ECCLESIA.
O Papa Francisco aprovou a publicação do decreto que reconhece as ‘virtudes heroicas’ de Mary Jean Wilson (1840-1916), que faleceu na Madeira e ali fundou a Congregação das Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora das Vitórias.
A religiosa, filha de pais ingleses, nasceu na Índia, a 3 de outubro de 1840, e morreu em Câmara de Lobos, a 18 de outubro de 1916, após um percurso de vida que a fez converter-se do anglicanismo ao catolicismo, assumindo o nome de irmã Maria de São Francisco.
O reconhecimento das “virtudes heroicas” é uma fase do processo que leva à proclamação de um fiel católico como beato, e permite que, após a verificação de um milagre atribuído à intercessão da irmã Wilson, tenha lugar a sua beatificação, penúltima etapa para a declaração da santidade.
A religiosa recebeu o batismo em França, em 1874, e chegou à Madeira em maio de 1881, como enfermeira de uma doente inglesa.
Após ter-se fixado no Funchal, dedicou-se à catequese das crianças, aos doentes e à educação, tendo instituído diversas obras a favor dos pobres.
A superiora geral das Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora das Vitórias destaca que muitas das iniciativas iniciadas pela religiosa de origem britânica continuam vivas graças à Congregação que fundou a 15 de janeiro de 1884.
“Ao longo dos mais de trinta anos que viveu na Madeira, foi uma mulher admirada por muitos, amada pelos pobres, exaltada pelo povo, invejada por ambiciosos, rejeitada e expulsa pelos maçónicos, exilada, mas sempre desejada, e por fim retornada para começar tudo de novo, aos 71 anos, vivendo no escondimento”, destaca a irmã Ilda Tomás.
Em outubro de 1910, com a revolução republicana, a congregação foi extinta e a irmã Wilson, depois de presa, foi expulsa para a Inglaterra, acabando por regressar um ano depois à Madeira, onde faleceu, em 1916, no Convento de São Bernardino (Câmara de Lobos).
O processo de canonização teve início na Diocese do Funchal, em 1991.
“A sua passagem por este mundo deixou um rasto de humanidade e um fulgor de santidade que os anos críticos do pós-República não conseguiram apagar. A divulgação da sua vida e obra tem suscitado muitos devotos, tanto em Portugal como no estrangeiro”, refere a superiora geral das Vitorianas.
A responsável fala num “momento e de profunda alegria, de louvor e ação de graças a Deus por este reconhecimento” do Papa e, ao mesmo tempo, num “importante estímulo a conhecer cada vez melhor” a vida da irmã Wilson.
OC

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Papa abre caminho à beatificação da irmã Mary Jane Wilson, falecida no Funchal


O Papa Francisco aprovou hoje a publicação do decreto que reconhece as ‘virtudes heroicas’ da irmã Mary Jean Wilson (1840-1916), que faleceu na Madeira e ali fundou a Congregação das Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora das Vitórias.
 A religiosa, filha de pais ingleses, nasceu na Índia, a 3 de outubro de 1840, e morreu em Câmara de Lobos, a 18 de outubro de 1916, após um percurso de vida que a fez converter-se do anglicanismo ao catolicismo, assumindo o nome de irmã Maria de São Francisco. O reconhecimento das “virtudes heroicas” é uma fase do processo que leva à proclamação de um fiel católico como beato, e permite que, após a verificação de um milagre atribuído à intercessão da irmã Wilson, tenha lugar a sua beatificação, penúltima etapa para a declaração da santidade.
A religiosa recebeu o batismo em França, em 1874, e chegou à Madeira em maio de 1881, como enfermeira de uma doente inglesa. Após ter-se fixado no Funchal, dedicou-se à catequese das crianças, aos doentes e à educação, tendo instituído diversas obras a favor dos pobres. A 15 de Janeiro de 1884, com a primeira colaboradora, Amélia Amaro de Sá, fundou a Congregação das irmãs vitorianas. Em 1907, distinguiu-se pelo apoio às vítimas de uma epidemia de varíola na região sul da Madeira, o que lhe valeu a condecoração ‘Torre e Espada’, foi atribuída pelo rei D. Carlos.
Em outubro de 1910, com a revolução republicana, a congregação foi extinta e a irmã Wilson, depois de presa, foi expulsa para a Inglaterra, acabando por regressar um ano depois à Madeira, onde faleceu, em 1916, no Convento de São Bernardino (Câmara de Lobos). O processo de canonização teve início na Diocese do Funchal, em 1991.
in Ecclesia
11.10.13

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

PAPA FRANCISCO - AUDIÊNCIA GERAL 09.10.13 - Que significa dizer que a Igreja é "Católica"?

 
Queridos irmãos e irmãs,
Uma das notas características da Igreja é a catolicidade. Confessamos que é católica, primeiro porque a todos oferece a fé inteira. Nela está presente Jesus Cristo, que lhe dá a verdadeira confissão de fé, a plenitude da vida sacramental, a autenticidade do ministério ordenado. Na Igreja, como sucede numa família, encontramos tudo o que nos permite crescer, amadurecer e viver como cristãos. Em segundo lugar, a Igreja é católica, porque é enviada à totalidade do género humano e está presente em todo o lado mesmo na menor das paróquias, porque também ela é parte da Igreja universal, tem a plenitude dos dons de Cristo, vive em comunhão com o Bispo, com o Papa e está aberta a todos sem distinção. Por fim, a Igreja é católica, porque nela se conjugam numa grande riqueza unidade e diversidade; como numa orquestra, onde a variedade dos instrumentos não os contrapõe, assim na Igreja, há uma variedade que se deixa harmoniosamente fundir na unidade pelo Espírito Santo.
Papa Francisco
Praça de São Pedro
Quarta-feira, 09 de Outubro de 2013
 

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

PAPA FRANCISCO - AUDIÊNCIA GERAL 02.10.13 - "Não tenhamos medo de ser santos"


Queridos irmãos e irmãs,
Quando rezamos o Credo, professamos a fé na Igreja santa. Afirmar que a Igreja é santa significa, em primeiro lugar, que Ela procede de Deus que é santo e nunca a abandona; que Jesus Cristo, o Santo de Deus, está indissoluvelmente unido a Ela; e que o Espírito Santo a guia, purifica e renova. Por outro lado, é também verdade que a Igreja é feita de pecadores. Por isso, não se pode cair na tentação de imaginar uma Igreja feita somente de puros e perfeitos: a Igreja não rejeita os pecadores, mas acolhe a todos, oferecendo a cada um a possibilidade de percorrer o caminho da santidade, através do encontro com Cristo nos sacramentos, especialmente na Confissão e na Eucaristia. Na certeza de que na vida há uma só tristeza, a de não ser santos, somos convidados a não ter medo de buscar uma grande meta, deixando que Deus nos ame e nos purifique.
 
Papa Francisco
Praça de São Pedro
Quarta-feira, 02 de Outubro de 2013
 

terça-feira, 6 de agosto de 2013

A presença dos seminaristas "maiores" na Comunidade paroquial de Santana

 
Os Seminaristas com o Sr. Bispo, o Sr. Reitor do Seminário Diocesano do Funchal, Cónego Carlos Nunes, o Sr. Pe. Estêvão, Diretor Espiritual e o Pároco de Santana. Obrigado por toda a colaboração da Comunidade paroquial de Santana.

Rezar cantando

Alguma música

O tempo em Santana