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sábado, 12 de março de 2011
Mensagem para a Quaresma 2011 - D. António Carrilho, Bispo do Funchal
Viver a Quaresma, preparando a Páscoa! Com a celebração de quarta-feira de cinzas, inicia a Igreja o santo tempo da Quaresma, que nos conduzirá até à Páscoa. É um “tempo litúrgico muito precioso e importante” (Bento XVI) na tradição da Igreja que, apesar de não ter hoje a força e expressão social de outros tempos, mantém vivas no coração dos crentes certas práticas e costumes, que não deverão esquecer-se nem menosprezar, mas purificar-se e enriquecer-se do seu verdadeiro significado.Diz-se que é tempo de conversão. Mas conversão a quê? – A uma vida nova, à vida de baptizados em Cristo, renunciando ao mal e ao pecado, abrindo os corações a Deus e ao próximo, aos irmãos que estão perto de nós ou àqueles de quem nos aproximamos, cujas lutas e dificuldades conhecemos e que podem contar com a nossa atenção e ajuda. Conversão verdadeira e profunda do próprio coração, renovação interior, à luz da Graça e do ideal do nosso Baptismo!São muitas as propostas e subsídios que a Igreja coloca à disposição de todos os seus filhos para nos ajudar nesta caminhada quaresmal. Em primeiro lugar, a abundância de textos bíblicos como Palavra de Deus, sempre viva e actual para iluminar, com os ensinamentos da fé, os caminhos da nossa consciência e comportamentos. Como é importante conhecer e aprofundar o sentido existencial da Palavra do Senhor, em nossas vidas!
quinta-feira, 10 de março de 2011
Homilia de D. António Carrilho, Bispo do Funchal na Missa de Quarta-feira de Cinzas 2011
“Convertei-vos a Mim de todo o coração…” (Joel 2,12). Com a celebração litúrgica de hoje, quarta-feira de Cinzas, a Igreja inicia a sua caminhada quaresmal, tempo especial de graça, de conversão pessoal e comunitária, como preparação para a solene e frutuosa celebração da Páscoa, acontecimento central da nossa fé cristã.
As cinzas são sinal de penitência, convite ao arrependimento e à conversão; lembram a fragilidade e finitude humanas neste nosso peregrinar, a caminho da eternidade de Deus. É assim que o rito da bênção e imposição das cinzas não pode ser apenas um gesto exterior, de mera tradição, mas um compromisso interior exigente, na escuta da Palavra e na fidelidade à voz do Espírito. Diz-nos Deus, através do Profeta Joel: “Convertei-vos a Mim de todo o coração…” (2,12). Daí a urgência de parar, de fazer silêncio, interiorizar a mensagem e caminhar ao ritmo do Coração de Cristo.A Quaresma é tempo de preparação para a Páscoa; tempo de saborear e aprofundar o sentido do nosso Baptismo, nas suas múltiplas implicações; tempo de aceitar o desafio de caminharmos ao encontro do verdadeiro rosto de Cristo, em escuta atenta da Palavra, na oração e no acolhimento da reconciliação sacramental; tempo de voltar para o Senhor com todo o coração, em conversão de amor a Deus e aos irmãos.A força libertadora da PalavraO verdadeiro dinamismo quaresmal é provocado pela leitura, interiorização e vivência da Palavra de Deus, que deve pautar a nossa vida familiar, eclesial e social. “A Palavra divina introduz cada um de nós no diálogo com o Senhor: o Deus que fala, ensina-nos como podemos falar com Ele” (Bento XVI, Verbum Domini, 24).O texto do livro do profeta Joel, que acabámos de escutar, acentua a exigência de renovação interior: “rasgai o vosso coração e não os vossos vestidos” (Joel 2,13). Trata-se de uma mudança, de uma conversão verdadeira e profunda do próprio coração, que no sentido bíblico significa a totalidade da pessoa. Este convite estende-se a todas as pessoas de todas idades e tem como resposta certa a presença libertadora e salvadora do amor misericordioso de Deus: “O Senhor encheu-Se de zelo pela Sua terra e teve compaixão do Seu povo” (Joel 2,18).sábado, 5 de março de 2011
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