Diocese do Funchal - Ano Pastoral 2018 / 2019 - "Ser Cristão, viver em Missão" Ano Missionário extraordinário: "Todos, tudo e sempre em Missão"
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quarta-feira, 10 de julho de 2013

Comunicado do Conselho Presbiteral da Diocese do Funchal

COMUNICADO DO CONSELHO PRESBITERAL
O Conselho Presbiteral da Diocese do Funchal esteve, hoje, reunido em sessão ordinária, presidida pelo Bispo Diocesano, D. António Carrilho.
Feita a leitura e aprovação da acta da reunião anterior, fez-se a verificação da execução do plano pastoral previsto para este ano nos âmbitos paroquiais, arciprestais e diocesanos.
Num segundo ponto procedeu-se à explanação dos objetivos contidos no plano pastoral trienal (2012-2014) relativos ao próximo ano pastoral, dedicado à terceira pessoa da Santíssima Trindade, o “Espirito Santo cria unidade e envia em missão”. Tendo em conta as linhas referidas, os presentes apresentaram algumas propostas para a sua concretização, especialmente o que se refere à celebração efetiva dos 500 anos da criação da Diocese, no dia 12 de Junho de 2014.
Ao Conselho foi apresentada a síntese final do documento sobre a Renovação das Festas e Tradições que será agora levada aos arciprestados, para apreciação final na próxima sessão do Conselho, e consequente aprovação pelo Bispo Diocesano.
No que diz respeito a orientações pastorais acerca da Celebração dos sacramentos da iniciação cristã, foram apreciados os aspetos que estavam pendentes, tendo sido dadas indicações para a aprovação e entrada em vigor proximamente. No que se refere às Orientações Pastorais para a Realização de concertos nas igrejas, capelas e reitorias, o documento foi aprovado e entregue aos membros do Conselho. O documento entra agora em vigor, ad experimentum, nos próximos três anos.
A finalizar a sessão, recordou-se o Artº 9 dos Estatutos do Conselho Presbiteral, relativamente à preparação do próximo triénio do Conselho, no que diz respeito aos membros a eleger pelos círculos eleitorais.
Concluiu-se o Conselho, confirmando a próxima sessão para o dia 23 de Outubro deste ano de 2013.
 
Funchal, 10 de Julho de 2013.
Secretariado Permanente

domingo, 7 de julho de 2013

Encíclica é «útil» para quem não tem fé - Papa Francisco diz que é preciso confrontar-se com problemáticas atuais

Cidade do Vaticano, 07 jul 2013 (Ecclesia) – O Papa Francisco disse hoje no Vaticano esperar que a sua primeira encíclica, ‘Lumen fidei’ (Luz da fé), publicada há dois dias, possa ser “útil” também para quem não tem fé.
“Penso que esta encíclica, pelo menos nalgumas partes, pode ser útil também para quem está em busca de Deus e do sentido da vida”, declarou, após a recitação da oração do Angelus, na Praça de São Pedro, perante milhares de pessoas.
O texto, iniciado por Bento XVI, defende que a fé tem a ver também com a vida dos que, apesar de não acreditarem, o “desejam” fazer, procurando “agir como se Deus existisse”.
O atual Papa reconhece que o seu predecessor tinha começado a redação desta encíclica no contexto do Ano da Fé (outubro de 2012-novembro de 2013) e na sequência de duas anteriores sobre a caridade e a esperança.
“Eu recebi este projeto e dei-lhe um final”, precisou.
Francisco oferece esta encíclica, “com alegria”, a toda a Igreja, porque todos, “especialmente hoje”, têm necessidade de “ir ao essencial da fé cristã, aprofundá-la e confrontá-la com as problemáticas atuais”.
Na ‘Lumen fidei’, o Papa sublinha que “a fé não é intransigente, mas cresce na convivência que respeita o outro” e que pode “pode iluminar as perguntas” da sociedade atual, na qual muitas vezes é “impossível distinguir o bem do mal”.
O texto apresenta a mensagem cristã como resposta à crise contemporânea da “verdade” e assume preocupações relativamente ao relativismo, ao fanatismo e à recusa da proposta religiosa.
O Papa despediu-se dos presentes após ter saudado os jovens que se preparam para participar na Jornada Mundial da Juventude, entre os dias 22 e 28 deste mês, na cidade brasileira do Rio de Janeiro.
“Caros jovens, também eu me estou a preparar. Caminhemos juntos para esta grande festa da fé”, declarou.

sábado, 6 de julho de 2013

CARTA ENCÍCLICA do Papa Francisco - LUMEN FIDEI (A Luz da Fé)


 
A luz da fé é a expressão com que a tradição da Igreja designou o grande dom trazido por Jesus. Eis como Ele Se nos apresenta, no Evangelho de João: « Eu vim ao mundo como luz, para que todo o que crê em Mim não fique nas trevas » (Jo 12, 46). E São Paulo exprime-se nestes termos: « Porque o Deus que disse: "das trevas brilhe a luz", foi quem brilhou nos nossos corações » (2 Cor 4, 6). No mundo pagão, com fome de luz, tinha-se desenvolvido o culto do deus Sol, Sol invictus, invocado na sua aurora. Embora o sol renascesse cada dia, facilmente se percebia que era incapaz de irradiar a sua luz sobre toda a existência do homem. De facto, o sol não ilumina toda a realidade, sendo os seus raios incapazes de chegar até às sombras da morte, onde a vista humana se fecha para a sua luz. Aliás « nunca se viu ninguém — afirma o mártir São Justino — pronto a morrer pela sua fé no sol ».1 Conscientes do amplo horizonte que a fé lhes abria, os cristãos chamaram a Cristo o verdadeiro Sol, « cujos raios dão a vida ».2 A Marta, em lágrimas pela morte do irmão Lázaro, Jesus diz-lhe: « Eu não te disse que, se acreditares, verás a glória de Deus? » (Jo 11, 40). Quem acredita, vê... (Cont.)
 

quarta-feira, 26 de junho de 2013

PAPA FRANCISCO - "Na Igreja, ninguém é inútil, ninguém é secundário ou anónimo: todos formamos e construímos a Igreja" - AUDIÊNCIA GERAL 26.06.13

 
Queridos irmãos e irmãs,
Uma das imagens que ilustra o mistério da Igreja é a de Templo de Deus. No Antigo Testamento, o Templo construído por Salomão era o lugar por excelência do encontro com Deus, pois ali se guardava a Arca da Aliança, sinal da presença do Senhor no meio do seu povo. Porém este Templo era somente uma prefiguração da Igreja, que é a verdadeira casa de Deus, o Templo onde mora o Espírito Santo, que a guia e sustenta. A Igreja tem Cristo como pedra angular e cada batizado é como que uma pedra viva neste edifício espiritual. Isso significa que na Igreja, ninguém é inútil, ninguém é secundário ou anônimo: todos formamos e construímos a Igreja. Por isso se falta o tijolo da nossa vida cristã, falta qualquer coisa à beleza da Igreja.
Papa Francisco
Praça de São Pedro
Quarta-feira, 26 de Junho de 2013
 

quarta-feira, 19 de junho de 2013

PAPA FRANCISCO - AUDIÊNCIA GERAL 19.06.13

 
A Igreja é o Corpo de Cristo, que é a sua cabeça. Como o corpo de uma pessoa não sobrevive separado da cabeça, assim nós temos de permanecer unidos a Cristo, permitindo-Lhe que actue em nós, que a sua Palavra nos guie e a sua presença eucarística nos alimente e vivifique. A imagem da Igreja como Corpo de Cristo ajuda-nos a ver outro aspecto: há nela uma grande variedade de tarefas e funções, mas todas estão interligadas e concorrem para formar um único corpo vivo, profundamente unido a Cristo. Todos devemos fixar isto: fazer parte da Igreja significa estar unido a Cristo e receber d’Ele a vida divina que nos faz viver como cristãos, significa permanecer unido com o Papa e os Bispos que são instrumentos de unidade e comunhão, e significa ainda aprender a superar individualismos e divisões, a entender-nos melhor, a harmonizar as diferenças e riquezas de cada um. Para o corpo sobreviver, os membros devem estar unidos! A unidade é superior aos conflitos.
Papa Francisco
Praça de São Pedro
Quarta-feira, 19 de Junho de 2013

 

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Papa Francisco - Audiência Geral de Quarta-feira, 12 de Junho de 2013


Queridos irmãos e irmãs,
A Igreja é o “Povo de Deus”. Isso significa afirmar que Deus não é posse exclusiva de nenhum povo, mas é Ele que nos convida a pertencer ao seu povo, e esse convite é dirigido a todos sem distinção. A quem se sente longe de Deus e da Igreja, a quem está hesitante ou indiferente, a quem pensa que não pode mudar, é preciso dizer: o Senhor também lhe chama para ser do seu povo e o faz com grande respeito e amor. A pertença a este povo, cuja lei é o amor a Deus e ao próximo, se dá por meio do Batismo e da fé em Cristo, dom de Deus que deve ser alimentado e crescer ao longo da nossa vida. A missão do Povo de Deus é levar ao mundo a esperança e a salvação de Deus, fazendo que o Seu Reino se desenvolva até a sua perfeição, com o retorno glorioso de Cristo. Lembrem-se, a realidade, que às vezes parece sombria e dominada pelo mal, pode mudar, porque Deus é o mais forte!

Papa Francisco
Praça de São Pedro
Quarta-feira, 12 de Junho de 2013

 

O Papa Francisco pede o fim do trabalho infantil


domingo, 19 de maio de 2013

Festa Diocesana do “Corpo de Deus” 2013 - Mensagem Pastoral do Bispo do Funchal

Festa Diocesana do “Corpo de Deus” 2013
Mensagem Pastoral do Bispo do Funchal
A Festa do “Corpo de Deus”, na cidade do Funchal, constitui um marco religioso e cultural de imenso significado e longa tradição. Em redor de Jesus-Eucaristia congrega-se uma multidão de crentes, que exprime a sua fé na celebração e procissão eucarística, no silêncio, no respeito, na oração e nos belos tapetes de flores, que a todos encantam. Vindos de toda a Diocese, sacerdotes e povo cristão transportam para as paróquias a linda tradição da Festa do Senhor, renovando localmente as suas expressões de fé e profundo amor à Eucaristia.
Grande Assembleia Diocesana
Neste ano, não sendo feriado o dia tradicional próprio e tendo sido transferida para o domingo seguinte, a Festa do “Corpo de Deus” vai realizar-se, no próximo dia 2 de Junho, a encerrar o segundo ano de preparação para o jubileu dos 500 anos da Diocese do Funchal. Terá, por isso, especial solenidade, numa grande Assembleia Diocesana, no Parque de Santa Catarina, donde partirá a procissão para a Catedral, após a concelebração eucarística, que terá lugar às 18.00h.
Podemos dizer que nesse dia 2 de Junho, a atividade pastoral da Diocese converge para a grande Festa do “Corpo de Deus”, na certeza de que, nas paróquias e capelanias, haverá a devida compreensão para que se alterem e adaptem os horários das missas dominicais, na medida das necessidades, e se suspendam outras atividades ou tradições. É o caso, por exemplo, das Visitas do Espírito Santo que, em princípio, deveriam fazer-se de modo a terminarem no Domingo de Pentecostes; é o caso, também, da suspensão das missas da tarde, na baixa da cidade do Funchal, nas paróquias da Sé e São Pedro, bem como nas igrejas do Carmo e do Colégio.
Simpósio Eucarístico
A importância e o significado da Festa do “Corpo de Deus” deste ano levam-nos a procurar prepará-la da melhor forma, em toda a Diocese. Agradeço, pois, aos sacerdotes e seus colaboradores o maior empenho, para que as celebrações do mês de Maio relacionem a devoção mariana com a Eucaristia e que a semana anterior àquela celebração tenha, também, uma especial dimensão eucarística, com tempos fortes de adoração e um particular cuidado na ornamentação das capelas do Santíssimo, segundo as possibilidades locais.
No âmbito diocesano, teremos um Simpósio Eucarístico, durante todo o dia 1 de Junho, para refletir e aprofundar alguns dados e testemunhos da história e da espiritualidade eucarística, na Madeira e Porto Santo, chamadas “Ilhas do Santíssimo Sacramento”. Pela sua importância, não posso deixar de recomendar a participação do maior número de paróquias e grupos, nomeadamente sacerdotes e outros consagrados, direções e membros das confrarias, responsáveis dos acólitos e dos movimentos, catequistas e ministros extraordinários da comunhão. Para as próprias instituições será importante a participação de alguns dos seus membros.
Não faltam informações e orientações, quanto às atividades a realizar na preparação e celebração da Festa Diocesana do “Corpo de Deus”. Será bom, no entanto, alertar familiares e amigos, membros dos movimentos e outros grupos apostólicos, com uma palavra de estímulo à sua presença e participação.
Do programa consta, pela primeira vez, uma “vigília juvenil itinerante” na nossa cidade, organizada pelo Secretariado e Conselho Diocesano de Pastoral Juvenil, ao fim da tarde do dia 1 de Junho. Bem gostaria que a estes jovens se unissem muitos outros, nesta atividade de testemunho, comunhão eclesial e adoração eucarística.
Em comunhão com o Papa Francisco
A terminar, ao mesmo tempo que convido toda a Diocese para a Festa do “Corpo de Deus”, em pleno Ano da Fé, peço aos católicos da Madeira e Porto Santo que vivam também esta Jornada Eucarística, em profunda comunhão com a Igreja Universal. Corresponderemos, assim, ao pedido do Papa Francisco que, na tarde do mesmo dia 2 de Junho, às 17.00h, na Basílica de São Pedro, em Roma, presidirá a uma hora de adoração, “em comunhão com todos os Bispos e as suas comunidades diocesanas”.
Com alegria e generosidade, prossigamos o nosso caminho para o terceiro e último ano de preparação do grande Jubileu dos 500 anos da Diocese, na certeza de que “Jesus Cristo caminha connosco e reparte o Pão”. Ele nos alimenta com a Sua Palavra e a Eucaristia. 
Funchal, 19 de Maio de 2013
António Carrilho, Bispo do Funchal

sábado, 18 de maio de 2013

Pentecostes 2013

 

Palavras de D. António Carrilho, Bispo do Funchal, na abertura da V Jornada Diocesana da Família - 18 de Maio de 2013

Palavras de D. António Carrilho, Bispo do Funchal,
na abertura da V Jornada Diocesana da Família
 
Funchal – Escola da APEL, 18 de Maio de 2013
 
“Viver e transmitir a Fé na Família”
Irmãos e amigos, sede bem-vindos! Saúdo-vos a todos e alegro-me convosco pela oportunidade que temos de participar, hoje e aqui, na V Jornada Diocesana da Família, ao fim desta semana, que integra o Dia Internacional da Família e, em Portugal, também a Semana da Vida.
O tema geral proposto para esta Jornada – “Viver e transmitir a fé na família” – bem como os temas, que o desenvolvem e aprofundam, nas conferências e grupos, situam-nos no contexto mais amplo dos objetivos do Ano da Fé, ainda em curso, e das preocupações evangelizadoras da Igreja, impulsionadas pelo Concílio Vaticano II, documentos e Sínodos, que lhe seguiram, e nos mobilizam à descoberta de novas formas e espírito de missão, para melhor resposta às necessidades atuais.
Novas interpelações à Igreja
Importa conhecer e avivar a consciência da realidade das famílias de hoje, as suas possibilidades e problemas: como estão constituídas, como nela se relacionam as pessoas, quais os seus problemas e como estes são superados ou destroem o encanto de uma vida harmoniosa e feliz, potenciada pelo amor. Que interpelações lança, de facto, à Igreja a nova situação de tantas famílias, nos aspetos humanos, sociais e económicos?
Fundamental é também a questão da fé, na vida matrimonial e familiar. No projeto ou ideal de família cristã, que a Igreja preconiza, segundo o espírito do Concílio Vaticano II, aponta-se para uma “comunidade de vida e de amor”, verdadeira “Igreja doméstica” e “santuário doméstico da Igreja”: família que crê, família que reza, família que vive com os critérios e os valores da fé, assumindo-os e testemunhando-os, perante as mais diversas situações.
Pela fé vivida e partilhada na família passam a alegria e a esperança, a graça e a força espiritual do sacramento do matrimónio. O amor de Deus-Trindade, refletido na união entre todos os membros das nossas famílias, anima-as e fortalece-as, tornando-as um “sinal luminoso do amor de Deus no mundo” (João Paulo II).
Sabemos como a Igreja está preocupada com a “nova evangelização para a transmissão da fé cristã”. Foi este, aliás, o tema do último Sínodo dos Bispos (Roma, Outubro de 2012), e que em diversas ocasiões tem interpelado diretamente as famílias cristãs, quanto às suas responsabilidades na transmissão da fé que deverá operar-se no seu seio, nomeadamente por parte dos pais em relação aos filhos. “Viver e transmitir a fé na família” passa, sem dúvida, pela vivência dos valores da fé e pela sua transmissão na família e para fora dela! Teremos, hoje, oportunidade de refletir sobre estas questões e partilhar, no trabalho dos grupos, as nossas preocupações e compromissos neste domínio.
Mensagem de esperança e fortaleza
Ainda muito recentemente, no dia 11 do passado mês de Abril, a Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) publicou uma Nota Pastoral com o título “A força da família em tempo de crise”, um documento de linguagem simples e concreta, de grande importância e atualidade. Como sublinha a própria CEP, “no atual contexto da sociedade portuguesa, atravessada por uma crise social e económica de particular gravidade, que se traduz para muitos em desalento e falta de perspetivas de futuro, [é da maior oportunidade] colocar em relevo o bem insubstituível que representa a instituição familiar, ‘origem e património da humanidade’ (Bento XVI)”.
Trata-se, sem dúvida, de um documento que merece a nossa maior atenção, como bem ressalta dos aspetos que aborda e me apraz referir: a família, um bem social; razões da insubstituível importância da família; a família e a crise económica e social; a família e a abertura à vida; a família, um projeto duradouro; a sociedade à imagem da família. Referir, aqui, esta Nota Pastoral da CEP é recomendar a sua leitura e a mensagem de esperança e fortaleza, que a mesma encerra.
Fazemos esta V Jornada Diocesana da Família, quando está prestes a terminar a Semana da Vida, norteada pelo lema “Dá mais vida à tua vida”. A fé que vivemos e desejamos comunicar aos outros levar-nos-á, certamente, a assumir modos concretos de defesa e promoção da vida, da dignidade inviolável de cada pessoa, desde a sua conceção até à sua morte natural; será, igualmente, uma oportunidade e um desejo para cada pessoa, grupo ou família, pensar em melhorar a qualidade de vida, sua e dos outros, nos âmbitos pessoal, profissional e comunitário, inspirando-se nos autênticos valores humanos e cristãos.
Votos finais
A terminar, resta-me agradecer a presença e participação de todos, a especial colaboração dos conferencistas, a cedência deste auditório por parte da APEL e o empenho da equipa do Secretariado Diocesano da Família na organização desta Jornada, que auguro seja muito frutuosa para todos e mais uma semente de esperança, lançada na pastoral familiar da nossa Diocese. Bem hajam e boa Jornada!
 
Funchal, 18 de Maio de 2013
 
† António Carrilho, Bispo do Funchal

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O tempo em Santana