Diocese do Funchal - Ano Pastoral 2018 / 2019 - "Ser Cristão, viver em Missão" Ano Missionário extraordinário: "Todos, tudo e sempre em Missão"
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Nota sobre a Renúncia da Quaresma - Ajuda aos cristãos perseguidos do Médio Oriente

Nota sobre a Renúncia da Quaresma - Ajuda aos cristãos perseguidos do Médio Oriente



Diocese do Funchal
Renúncia da Quaresma 2016
 
Por ocasião da apresentação do relatório ‘Perseguidos e Esquecidos?’, sobre a perseguição aos cristãos no mundo, o Papa Francisco, através da Secretaria de Estado enviou uma mensagem à Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), com os votos de que “os homens e as mulheres de fé e de boa vontade possam mostrar o apoio aos seus irmãos e irmãs que sofrem em todo o mundo, oferecendo assistência espiritual e material”.
Num apelo dirigido à AIS, o patriarca dos Católicos Caldeus e presidente da Conferência Episcopal do Iraque, D. Louis Sako, e o patriarca da Igreja Greco-Católica de Antioquia e de todo o Oriente, D. Gregorios III Laham, descrevem a “situação angustiante em que se encontram milhares de cristãos expulsos de suas casas, empurrados para campos de refugiados, sem qualquer expectativa de poderem regressar às suas casas, e já sem esperança de que a guerra tenha um fim”. “Aquilo que vos pedimos agora é a misericórdia. Rezem e jejuem para que o Senhor tenha misericórdia de nós”, realça D. Louis Sako.
Assim, a Fundação Ajuda a Igreja que Sofre (AIS) promoveu nesta Quarta-feira de Cinzas, uma jornada de “jejum e oração pelos cristãos perseguidos no Médio Oriente”. Esta organização católica destaca a importância de começar a Quaresma a rezar por todos aqueles que vivem em “países mergulhados no caos, na guerra e no sofrimento”, em particular “no Iraque e na Síria”.
O Papa Francisco, na bula da Misericórdia, perante o sofrimento humano afirma: “Abramos os nossos olhos para ver as misérias do mundo, as feridas de tantos irmãos e irmãs, privados da própria dignidade, e sintamo-nos desafiados a escutar o seu grito de ajuda. As nossas mãos apertem as suas mãos e estreitemo-los a nós para que sintam o calor da nossa presença, da amizade e da fraternidade”.
A Diocese do Funchal não pode ficar indiferente a este apelo e, à semelhança de outras Dioceses, encaminha a Renúncia da Quaresma deste ano 2016, através da Fundação AIS, para ajudar os cristãos perseguidos no Médio Oriente, em especial no Iraque e na Síria.
As ofertas desta Renúncia Quaresmal serão recolhidas em todas as igrejas e capelas nos ofertórios das missas dos dias 19 e 20 de março, sábado e Domingo de Ramos. Como sempre, a participação é muito livre, segundo as possibilidades e a consciência pessoal dos fiéis, na certeza de que Deus não deixará sem recompensa qualquer gesto de atenção e partilha fraterna.

Funchal, 10 de fevereiro de 2016
Secretaria Episcopal do Funchal

Bispo do Funchal celebra Quarta-feira de cinzas


Bispo do Funchal celebra Quarta-feira de cinzas



O bispo do Funchal apelou hoje à efetiva conversão quanto aos estilos de vida a "nível pessoal, social e eclesial". D. António Carrilho presidiu esta tarde, na Sé, à celebração de Quarta Feira de Cinzas, que dá início ao tempo litúrgico da Quaresma.
Na homilia, anunciou que a "renúncia quaresmal" na diocese destina-se, este ano, a “ajudar os cristãos perseguidos no Médio Oriente, em especial no Iraque e na Síria. As ofertas desta renúncia quaresmal serão recolhidas em todas as igrejas e capelas nos ofertórios das missas dos dias 19 e 20 de março, sábado e Domingo de Ramos”.
Na sua mensagem, falou do essencial da “caminhada quaresmal” como “tempo de graça e de conversão comunitária” que, em pleno “Ano da Misericórdia”, “é também o caminho que desperta em nós um coração mais próximo dos outros, mais atento e sensível às necessidades dos irmãos. Neste tempo, em especial, a Igreja ensina-nos o valor da caridade, do dar cada um algo de si mesmo; a Quaresma é uma oportunidade para meditar a fé e a caridade, com mais solidariedade, justiça e alegria; como diz São Tiago, a fé sem obras é morta” sublinhou D. António nesta missa de Quarta Feira de Cinzas que incluiu ainda a tradicional "bênção e imposição das cinzas" aos fiéis presentes. “O rito e a imposição das cinzas não são gestos exteriores de mera tradição, mas compromisso interior exigente”, acrescentou. Pelo que neste tempo favorável de preparação para a Páscoa “é urgente parar, fazer silêncio, interiorizar a mensagem ao ritmo do coração de Jesus”, disse o bispo do Funchal.
No final, lembrou a próxima visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima à nossa diocese, onde ficará durante três semanas, entre o dia 12 de fevereiro e o dia 6 de março. A chegada ao Aeroporto está prevista para as 18 horas do próximo sábado; e o acolhimento solene no Largo do Colégio, às 19h30, seguido de procissão das velas até à Sé. 

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